3º ano recria referências das Missões Jesuíticas em obra coletiva para o Raízes do Pampa

Os alunos do 3º ano desenvolveram, nas aulas de Artes, uma maquete coletiva inspirada nas Missões Jesuíticas. A produção foi criada para integrar a exposição do Raízes do Pampa e aproximou a turma de referências importantes da história e da cultura do Rio Grande do Sul.
Durante o trabalho, os estudantes conheceram elementos ligados às Missões Jesuíticas e observaram como esse patrimônio ajuda a contar parte da formação histórica do estado. A partir dessas referências, a turma construiu uma interpretação própria, transformando pesquisa e repertório cultural em uma produção artística coletiva.

A erva-mate também foi incorporada à composição da obra. Presente em um dos costumes mais marcantes da cultura gaúcha, ela passou a fazer parte da criação e ampliou a relação entre o conteúdo trabalhado e os elementos que fazem parte da identidade do Rio Grande do Sul.
Ao longo do processo, os alunos puderam perceber que a Arte também pode ser uma forma de conhecer a história, observar patrimônios e construir novas leituras sobre aquilo que estudam. Mais do que reproduzir uma referência, a proposta incentivou a turma a interpretar, escolher materiais e organizar coletivamente os elementos da maquete.

O trabalho integrou o percurso desenvolvido pela Escola Santa Mônica dentro do projeto Raízes do Pampa. Ao longo do ano, os estudantes entram em contato com vestimentas tradicionalistas, culinária, danças, costumes, histórias, objetos e patrimônios que ajudam a ampliar sua compreensão sobre a cultura gaúcha.
No caso do 3º ano, esse percurso ganhou forma por meio da criação artística. A maquete apresentada durante o evento mostrou como história, patrimônio e pertencimento podem ser trabalhados de maneira concreta dentro da sala de aula.

No mês de setembro, quando o Rio Grande do Sul celebra, em 20 de setembro, o Dia do Gaúcho e relembra o início da Revolução Farroupilha, propostas como essa ajudam os alunos a compreender que cultivar a cultura gaúcha também passa por conhecer suas origens, interpretar suas referências e manter esse patrimônio presente entre as novas gerações.
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A erva-mate também foi incorporada à composição da obra. Presente em um dos costumes mais marcantes da cultura gaúcha, ela passou a fazer parte da criação e ampliou a relação entre o conteúdo trabalhado e os elementos que fazem parte da identidade do Rio Grande do Sul.
Ao longo do processo, os alunos puderam perceber que a Arte também pode ser uma forma de conhecer a história, observar patrimônios e construir novas leituras sobre aquilo que estudam. Mais do que reproduzir uma referência, a proposta incentivou a turma a interpretar, escolher materiais e organizar coletivamente os elementos da maquete.

O trabalho integrou o percurso desenvolvido pela Escola Santa Mônica dentro do projeto Raízes do Pampa. Ao longo do ano, os estudantes entram em contato com vestimentas tradicionalistas, culinária, danças, costumes, histórias, objetos e patrimônios que ajudam a ampliar sua compreensão sobre a cultura gaúcha.
No caso do 3º ano, esse percurso ganhou forma por meio da criação artística. A maquete apresentada durante o evento mostrou como história, patrimônio e pertencimento podem ser trabalhados de maneira concreta dentro da sala de aula.

No mês de setembro, quando o Rio Grande do Sul celebra, em 20 de setembro, o Dia do Gaúcho e relembra o início da Revolução Farroupilha, propostas como essa ajudam os alunos a compreender que cultivar a cultura gaúcha também passa por conhecer suas origens, interpretar suas referências e manter esse patrimônio presente entre as novas gerações.




