Famílias e escola ampliam o diálogo sobre saúde mental durante o Setembro Amarelo

Em alusão ao Setembro Amarelo, a equipe de Psicologia da Escola Santa Mônica promoveu uma roda de conversa com as famílias dos alunos sobre valorização da saúde mental. O encontro criou um espaço de escuta, informação e orientação sobre um tema que exige atenção, responsabilidade e diálogo.
A conversa contou com a participação da psicóloga Juliana Sampaio, com formação extensiva em Terapia Cognitivo-Comportamental e Psicopatologia. Ao longo do encontro, foram abordadas questões relacionadas ao cuidado com a saúde mental, à importância de reconhecer mudanças de comportamento e à construção de relações em que seja possível falar sobre sentimentos, dificuldades e pedidos de ajuda.
Mais do que uma palestra, a proposta foi construída a partir da troca. As famílias puderam apresentar dúvidas, compartilhar experiências e conversar diretamente com profissionais da Psicologia, ampliando o acesso a informações que podem contribuir para a compreensão de diferentes situações vivenciadas no cotidiano.

A participação das famílias também reforça a importância da parceria entre escola e responsáveis na formação dos alunos. Quando os adultos que acompanham os estudantes encontram espaços para conversar, buscar orientação e compreender melhor questões relacionadas ao desenvolvimento emocional, fortalecem-se as possibilidades de cuidado e acompanhamento.
O Setembro Amarelo amplia uma conversa que precisa estar presente durante todo o ano. Falar sobre saúde mental de forma responsável contribui para diminuir preconceitos, facilitar a busca por ajuda profissional e lembrar que sinais de sofrimento não devem ser ignorados.
Na Escola Santa Mônica, a equipe de Psicologia integra esse trabalho de acompanhamento junto aos alunos, às famílias e à comunidade escolar. A roda de conversa reafirmou esse compromisso ao aproximar profissionais e responsáveis em torno de um objetivo comum: ampliar informação, escuta e cuidado.

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Institucional
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O Setembro Amarelo amplia uma conversa que precisa estar presente durante todo o ano. Falar sobre saúde mental de forma responsável contribui para diminuir preconceitos, facilitar a busca por ajuda profissional e lembrar que sinais de sofrimento não devem ser ignorados.
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