7º ano desenvolve soluções de engenharia e robótica para atender necessidades da causa animal

Antes de construir um produto, é preciso compreender quem precisa dele e qual problema deve ser resolvido. Na Escola Santa Mônica, esse princípio aproxima os alunos do empreendedorismo por meio de situações que exigem pesquisa, análise e tomada de decisões.
No projeto Pet Mobility, os alunos do 7º ano conhecem as necessidades enfrentadas pelo Projeto Santo Chico no cuidado de animais em situação de vulnerabilidade. A partir desse contato, as turmas estudam como a tecnologia pode contribuir com soluções acessíveis voltadas ao bem-estar, à alimentação e à mobilidade dos animais.

A turma 71 desenvolve dosadores de ração e bebedouros automatizados. Já a turma 72 constrói rampas e cadeiras de rodas para animais idosos ou com deficiência. Cada produto parte de uma demanda concreta e exige que os estudantes relacionem robótica, engenharia simples e responsabilidade social.
O trabalho integra o JEPP, Jovens Empreendedores Primeiros Passos, programa do Sebrae que, no 7º ano, desenvolve a robótica empreendedora. O percurso orienta os alunos na identificação de problemas, na análise de suas causas, na escolha das soluções, na prototipagem, nos testes e na construção de um modelo de negócios.

Nesse processo, os estudantes não recebem respostas prontas. Eles precisam pesquisar, avaliar possibilidades e considerar a utilidade de cada proposta. Os protótipos passam por testes e ajustes, permitindo que os grupos percebam falhas, recebam contribuições e transformem uma ideia inicial em uma solução funcional.
É esse trabalho anterior que prepara os produtos apresentados e comercializados na Empreende Experience. A feira torna visível um percurso que começa com a escuta de uma necessidade e avança pela organização da produção, pelo planejamento das vendas e pela comunicação da proposta ao público.

A parceria com o Sebrae fortalece o posicionamento da Escola Santa Mônica de inserir o empreendedorismo na formação dos alunos de maneira prática. Mais do que aprender a criar e vender um produto, os estudantes compreendem que empreender envolve interpretar a realidade, testar caminhos e assumir responsabilidade pelos resultados.
A Pet Mobility mostra que a tecnologia ganha valor quando responde a uma necessidade humana e social. Ao transformar demandas da causa animal em soluções, o 7º ano desenvolve conhecimentos que prepara os estudantes para desafios acadêmicos, profissionais e comunitários.
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A turma 71 desenvolve dosadores de ração e bebedouros automatizados. Já a turma 72 constrói rampas e cadeiras de rodas para animais idosos ou com deficiência. Cada produto parte de uma demanda concreta e exige que os estudantes relacionem robótica, engenharia simples e responsabilidade social.
O trabalho integra o JEPP, Jovens Empreendedores Primeiros Passos, programa do Sebrae que, no 7º ano, desenvolve a robótica empreendedora. O percurso orienta os alunos na identificação de problemas, na análise de suas causas, na escolha das soluções, na prototipagem, nos testes e na construção de um modelo de negócios.

Nesse processo, os estudantes não recebem respostas prontas. Eles precisam pesquisar, avaliar possibilidades e considerar a utilidade de cada proposta. Os protótipos passam por testes e ajustes, permitindo que os grupos percebam falhas, recebam contribuições e transformem uma ideia inicial em uma solução funcional.
É esse trabalho anterior que prepara os produtos apresentados e comercializados na Empreende Experience. A feira torna visível um percurso que começa com a escuta de uma necessidade e avança pela organização da produção, pelo planejamento das vendas e pela comunicação da proposta ao público.

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A Pet Mobility mostra que a tecnologia ganha valor quando responde a uma necessidade humana e social. Ao transformar demandas da causa animal em soluções, o 7º ano desenvolve conhecimentos que prepara os estudantes para desafios acadêmicos, profissionais e comunitários.


