Empreendedorismo além da venda: o processo do 2º ano até a Empreende Experience

Antes de os produtos chegarem às bancas do Empreende Experience, os alunos do 2º ano viveram uma etapa essencial de todo projeto empreendedor: a preparação.
A turma criou uma miniempresa de temperos naturais a partir do trabalho desenvolvido pelo JEPP, Jovens Empreendedores Primeiros Passos, programa do Sebrae que aproxima os estudantes da cultura empreendedora desde as séries iniciais. A proposta valorizou a autonomia, o planejamento, a iniciativa, a colaboração e a capacidade de transformar ideias em projetos.

Nas atividades que antecederam a feira, os alunos participaram da preparação dos produtos, fizeram escolhas e acompanharam as decisões necessárias para que a miniempresa pudesse chegar ao público. Cada etapa exigiu organização, responsabilidade e atenção ao que estava sendo construído.

Esse processo ajudou os estudantes a compreenderem que os resultados apresentados em uma feira não começam no momento da venda. Antes deles, existem perguntas, testes, ajustes e decisões que fazem parte da construção de qualquer iniciativa.

Ao participar desse percurso, as crianças deixam de ocupar apenas o lugar de quem observa. Elas contribuem com ideias, assumem tarefas e entendem como o trabalho de cada integrante interfere no resultado coletivo.

O contato com o empreendedorismo desde os primeiros anos escolares também amplia a forma como os alunos lidam com desafios. Eles aprendem que nem toda escolha produz o resultado esperado imediatamente e que rever caminhos faz parte do desenvolvimento de um projeto.

No Empreende Experience, a turma apresentou e vendeu os temperos preparados ao longo desse processo. O valor arrecadado será destinado a ações que beneficiarão instituições da cidade de Pelotas, acrescentando ao projeto uma dimensão de responsabilidade com a comunidade.

Na Escola Santa Mônica, a educação empreendedora vai além da criação de produtos. Ela coloca os alunos diante de situações em que precisam pensar, decidir, organizar e agir. São experiências que fortalecem a confiança para apresentar ideias e encontrar soluções ao longo da formação escolar.

A parceria com o JEPP e o Sebrae permite que esse aprendizado aconteça de forma adequada a cada faixa etária. No 2º ano, o cultivo e a preparação dos temperos naturais se tornaram caminhos para compreender, na prática, que todo resultado começa muito antes de ser apresentado.

Por trás de cada produto levado à feira, havia um percurso de aprendizagem. Um processo construído por alunos que começaram a perceber que empreender também é preparar, escolher, colaborar e transformar uma ideia em algo real.

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Nas atividades que antecederam a feira, os alunos participaram da preparação dos produtos, fizeram escolhas e acompanharam as decisões necessárias para que a miniempresa pudesse chegar ao público. Cada etapa exigiu organização, responsabilidade e atenção ao que estava sendo construído.

Esse processo ajudou os estudantes a compreenderem que os resultados apresentados em uma feira não começam no momento da venda. Antes deles, existem perguntas, testes, ajustes e decisões que fazem parte da construção de qualquer iniciativa.

Ao participar desse percurso, as crianças deixam de ocupar apenas o lugar de quem observa. Elas contribuem com ideias, assumem tarefas e entendem como o trabalho de cada integrante interfere no resultado coletivo.

O contato com o empreendedorismo desde os primeiros anos escolares também amplia a forma como os alunos lidam com desafios. Eles aprendem que nem toda escolha produz o resultado esperado imediatamente e que rever caminhos faz parte do desenvolvimento de um projeto.

No Empreende Experience, a turma apresentou e vendeu os temperos preparados ao longo desse processo. O valor arrecadado será destinado a ações que beneficiarão instituições da cidade de Pelotas, acrescentando ao projeto uma dimensão de responsabilidade com a comunidade.

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A parceria com o JEPP e o Sebrae permite que esse aprendizado aconteça de forma adequada a cada faixa etária. No 2º ano, o cultivo e a preparação dos temperos naturais se tornaram caminhos para compreender, na prática, que todo resultado começa muito antes de ser apresentado.

Por trás de cada produto levado à feira, havia um percurso de aprendizagem. Um processo construído por alunos que começaram a perceber que empreender também é preparar, escolher, colaborar e transformar uma ideia em algo real.




