Escola Santa Mônica é destaque no Correio Braziliense em reportagem sobre uso de celulares nas escolas

A experiência da Escola Santa Mônica com a restrição do uso de celulares no ambiente escolar ganhou espaço no Correio Braziliense, em reportagem publicada em 1º de setembro. A matéria aborda os primeiros impactos da Lei nº 15.100/2025 nas escolas brasileiras e mostra como a mudança vem contribuindo para ampliar a participação dos estudantes, a concentração durante as aulas e a convivência presencial.
O levantamento apresentado pelo jornal reúne respostas de gestores de 8.189 escolas de diferentes regiões do país. Entre os participantes, 97% relatam aumento da participação dos estudantes nas atividades pedagógicas após a restrição do uso dos aparelhos. Outros 95% identificam melhora na concentração e na socialização presencial.
A pesquisa também aponta reflexos em aspectos relacionados à convivência. Segundo os gestores ouvidos, a medida contribuiu para reduzir conflitos digitais e situações de cyberbullying, além de apresentar impactos na percepção de ansiedade entre os estudantes.
Na Escola Santa Mônica, a adaptação pode ser percebida também fora da sala de aula.
Intervalos com mais interação entre os alunos
Durante todo o período letivo, os celulares permanecem guardados nas mochilas dos estudantes. Caso o aparelho seja utilizado sem autorização, o aluno recebe orientação e, em situações de reincidência, o celular permanece na coordenação até o final do turno.
Com os aparelhos fora dos momentos de convivência, outras formas de ocupar os intervalos passaram a ganhar espaço. Jogos de cartas, UNO, cubo mágico, jogos de tabuleiro e a utilização da biblioteca fazem parte dessa rotina.
A mudança também é percebida pelos próprios estudantes.
Johann Perotoni, aluno da 2ª série do Ensino Médio, contou ao Correio Braziliense que a adaptação foi mais difícil nos primeiros dias, mas que, com o tempo, o celular deixou de ocupar um lugar tão presente durante o período escolar.
A própria turma encontrou novas formas de aproveitar os intervalos. Entre as iniciativas dos estudantes esteve a aquisição de um kit de tênis de mesa, utilizado nos momentos livres. Para Johann, a mudança aumentou as conversas entre os colegas e incentivou a criação de outras formas de diversão dentro da escola.
Esse movimento reforça uma questão que vai além de simplesmente retirar o aparelho: criar oportunidades para que os estudantes voltem a ocupar os espaços da escola, conversem, joguem, leiam e construam relações presenciais.
Tecnologia continua fazendo parte da aprendizagem
A restrição do celular para uso recreativo não significa afastar a tecnologia da educação. A própria legislação mantém a possibilidade de utilização de dispositivos eletrônicos quando existe uma finalidade pedagógica e mediação dos professores.
Na Escola Santa Mônica, os recursos digitais continuam integrados ao planejamento quando contribuem para investigar, produzir, pesquisar, criar ou ampliar conteúdos desenvolvidos em sala de aula.
A diferença está na intencionalidade.
O dispositivo deixa de ocupar permanentemente a atenção do estudante e passa a ser utilizado em situações nas quais existe um objetivo educacional definido.
A reportagem do Correio Braziliense também relaciona essa discussão a experiências desenvolvidas pela Escola Santa Mônica por meio do Positivo Integra.
Em um projeto de empreendedorismo social, estudantes da Educação Infantil ao 9º ano trabalharam conteúdos curriculares a partir de situações concretas, envolvendo planejamento, educação financeira, resolução de problemas e responsabilidade social.
As ações tiveram relação com instituições da comunidade, entre elas o INDAZ, Instituto de Menores Dom Antônio Zattera, e, nos 6º e 7º anos, a ONG Santo Chico, voltada à proteção animal.
Para a coordenadora da Escola Santa Mônica Fernanda Ott, aproximar o conteúdo escolar de situações concretas ajuda o estudante a compreender a aplicação do conhecimento e assumir responsabilidades durante o processo de aprendizagem.
A discussão, portanto, não está em escolher entre uma escola com ou sem tecnologia. O desafio está em compreender quando e por que utilizá-la.
Ao mesmo tempo em que recursos digitais ampliam possibilidades pedagógicas, os momentos sem dispositivos recuperam outras dimensões importantes da vida escolar: conversar pessoalmente, brincar, circular pelos espaços, compartilhar interesses e estar disponível para aquilo que acontece ao redor.
A experiência apresentada pelo Correio Braziliense mostra como esse equilíbrio começa a modificar não apenas a dinâmica das aulas, mas também a maneira como os estudantes vivem o tempo dentro da escola.
Fonte: reportagem “Lei do celular: 97% das escolas apontam melhora no convívio, diz pesquisa”, publicada pelo Correio Braziliense em 1º de setembro de 2026.
Escola Santa Mônica é destaque no Correio Braziliense em reportagem sobre uso de celulares nas escolas
Escola Santa Mônica é destaque no Correio Braziliense em reportagem sobre uso de celulares nas escolas
Institucional
Institucional

A experiência da Escola Santa Mônica com a restrição do uso de celulares no ambiente escolar ganhou espaço no Correio Braziliense, em reportagem publicada em 1º de setembro. A matéria aborda os primeiros impactos da Lei nº 15.100/2025 nas escolas brasileiras e mostra como a mudança vem contribuindo para ampliar a participação dos estudantes, a concentração durante as aulas e a convivência presencial.
O levantamento apresentado pelo jornal reúne respostas de gestores de 8.189 escolas de diferentes regiões do país. Entre os participantes, 97% relatam aumento da participação dos estudantes nas atividades pedagógicas após a restrição do uso dos aparelhos. Outros 95% identificam melhora na concentração e na socialização presencial.
A pesquisa também aponta reflexos em aspectos relacionados à convivência. Segundo os gestores ouvidos, a medida contribuiu para reduzir conflitos digitais e situações de cyberbullying, além de apresentar impactos na percepção de ansiedade entre os estudantes.
Na Escola Santa Mônica, a adaptação pode ser percebida também fora da sala de aula.
Intervalos com mais interação entre os alunos
Durante todo o período letivo, os celulares permanecem guardados nas mochilas dos estudantes. Caso o aparelho seja utilizado sem autorização, o aluno recebe orientação e, em situações de reincidência, o celular permanece na coordenação até o final do turno.
Com os aparelhos fora dos momentos de convivência, outras formas de ocupar os intervalos passaram a ganhar espaço. Jogos de cartas, UNO, cubo mágico, jogos de tabuleiro e a utilização da biblioteca fazem parte dessa rotina.
A mudança também é percebida pelos próprios estudantes.
Johann Perotoni, aluno da 2ª série do Ensino Médio, contou ao Correio Braziliense que a adaptação foi mais difícil nos primeiros dias, mas que, com o tempo, o celular deixou de ocupar um lugar tão presente durante o período escolar.
A própria turma encontrou novas formas de aproveitar os intervalos. Entre as iniciativas dos estudantes esteve a aquisição de um kit de tênis de mesa, utilizado nos momentos livres. Para Johann, a mudança aumentou as conversas entre os colegas e incentivou a criação de outras formas de diversão dentro da escola.
Esse movimento reforça uma questão que vai além de simplesmente retirar o aparelho: criar oportunidades para que os estudantes voltem a ocupar os espaços da escola, conversem, joguem, leiam e construam relações presenciais.
Tecnologia continua fazendo parte da aprendizagem
A restrição do celular para uso recreativo não significa afastar a tecnologia da educação. A própria legislação mantém a possibilidade de utilização de dispositivos eletrônicos quando existe uma finalidade pedagógica e mediação dos professores.
Na Escola Santa Mônica, os recursos digitais continuam integrados ao planejamento quando contribuem para investigar, produzir, pesquisar, criar ou ampliar conteúdos desenvolvidos em sala de aula.
A diferença está na intencionalidade.
O dispositivo deixa de ocupar permanentemente a atenção do estudante e passa a ser utilizado em situações nas quais existe um objetivo educacional definido.
A reportagem do Correio Braziliense também relaciona essa discussão a experiências desenvolvidas pela Escola Santa Mônica por meio do Positivo Integra.
Em um projeto de empreendedorismo social, estudantes da Educação Infantil ao 9º ano trabalharam conteúdos curriculares a partir de situações concretas, envolvendo planejamento, educação financeira, resolução de problemas e responsabilidade social.
As ações tiveram relação com instituições da comunidade, entre elas o INDAZ, Instituto de Menores Dom Antônio Zattera, e, nos 6º e 7º anos, a ONG Santo Chico, voltada à proteção animal.
Para a coordenadora da Escola Santa Mônica Fernanda Ott, aproximar o conteúdo escolar de situações concretas ajuda o estudante a compreender a aplicação do conhecimento e assumir responsabilidades durante o processo de aprendizagem.
A discussão, portanto, não está em escolher entre uma escola com ou sem tecnologia. O desafio está em compreender quando e por que utilizá-la.
Ao mesmo tempo em que recursos digitais ampliam possibilidades pedagógicas, os momentos sem dispositivos recuperam outras dimensões importantes da vida escolar: conversar pessoalmente, brincar, circular pelos espaços, compartilhar interesses e estar disponível para aquilo que acontece ao redor.
A experiência apresentada pelo Correio Braziliense mostra como esse equilíbrio começa a modificar não apenas a dinâmica das aulas, mas também a maneira como os estudantes vivem o tempo dentro da escola.
Fonte: reportagem “Lei do celular: 97% das escolas apontam melhora no convívio, diz pesquisa”, publicada pelo Correio Braziliense em 1º de setembro de 2026.


