Jardim II transforma papelão em arte e explora o brincar como linguagem de criação

O Jardim II vivenciou uma proposta artística em que o papelão se tornou ponto de partida para a imaginação e a criação. Por meio da colagem e do desenho, as crianças representaram ideias, formas e narrativas próprias, descobrindo que o brincar também é uma potente ferramenta de observação, expressão e autoria.

A atividade dialoga com a produção do artista contemporâneo Peter Callesen, conhecido por transformar simples folhas de papel em esculturas delicadas e tridimensionais, explorando cortes, dobras e vazios para criar novas significações. Assim como em suas obras, os alunos foram convidados a olhar para materiais simples com novos olhos, ressignificando o que parecia comum em criações cheias de sentido.

Mais do que produzir trabalhos artísticos, o grupo viveu um processo de experimentação, em que o fazer manual, a criatividade e o olhar sensível foram protagonistas. Cada produção revelou não apenas formas e cores, mas também a singularidade de cada criança em seu modo de perceber e representar o mundo.

A experiência reforça a importância de propostas que valorizam o processo criativo na Educação Infantil, ampliando repertórios e fortalecendo a relação entre imaginação, linguagem visual e aprendizagem.

Jardim II transforma papelão em arte e explora o brincar como linguagem de criação
Jardim II transforma papelão em arte e explora o brincar como linguagem de criação
Educação Infantil


O Jardim II vivenciou uma proposta artística em que o papelão se tornou ponto de partida para a imaginação e a criação. Por meio da colagem e do desenho, as crianças representaram ideias, formas e narrativas próprias, descobrindo que o brincar também é uma potente ferramenta de observação, expressão e autoria.

A atividade dialoga com a produção do artista contemporâneo Peter Callesen, conhecido por transformar simples folhas de papel em esculturas delicadas e tridimensionais, explorando cortes, dobras e vazios para criar novas significações. Assim como em suas obras, os alunos foram convidados a olhar para materiais simples com novos olhos, ressignificando o que parecia comum em criações cheias de sentido.

Mais do que produzir trabalhos artísticos, o grupo viveu um processo de experimentação, em que o fazer manual, a criatividade e o olhar sensível foram protagonistas. Cada produção revelou não apenas formas e cores, mas também a singularidade de cada criança em seu modo de perceber e representar o mundo.

A experiência reforça a importância de propostas que valorizam o processo criativo na Educação Infantil, ampliando repertórios e fortalecendo a relação entre imaginação, linguagem visual e aprendizagem.




